Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

Play it...


Existem determinados momentos da nossa vida em que tudo à nossa volta parece estar a cair aos pedaços e é difícil sabermos onde nos podemos agarrar. E é nessas alturas que decidimos parar para pensar... ou então o melhor é não pensar em nada. Já cheguei à conclusão que tentar perceber e dar um significado a tudo o que nos acontece não ajuda em nada, pelo contrário.
Life is too short?
Maybe...
Mas tudo vale a pena: um sorriso, um abraço, um beijo, um jantar entre amigos, o simples facto de existir...
Cada experiência vivida e sentida transforma-nos naquilo que somos ou no que pensamos ser.
Somos diferentes daquilo que fomos ontem, do que somos hoje e do que seremos amanhã. Melhor ou pior não interessa.
O importante é não parar e continuar. Desligar a pausa e carregar no play.






Sexta-feira, 9 de Dezembro de 2011

Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Se chegares muito tarde...

E tendo em conta o estado em que estou hoje...
Vou ter que tratar de mim sozinha!!! :P

Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011

Acção.... Reacção...

Eu em cima de ti, a marcar o ritmo....
Foi delicioso ver-te a contorcer e a gemer...
O teu corpo respondeu ao meu como sempre, na perfeição...


Domingo, 25 de Setembro de 2011

Wake up call


Acordar e sentir-te assim logo pela manhã é simplesmente divinal...
luv u

Domingo, 11 de Setembro de 2011

Mimos...


As meninas Venus in Red e Libertya presentearam-nos com um lindo mimo. Apesar de "ausentes" queremos agradecer :)


Já nomeamos quem nos presenteou, faltando apenas mencionar 7 pequenos/grandes pormenores sobre nós:

1. Somos água e azeite, em tudo e mais alguma coisa, mas a nossa relação é única :)
2. Demasiados impulsivos, dizem as más línguas, but so far, so good!
3. Generosidade, a sua maior característica
4. Ele é o melhor marido do mundo ( há coisas que normalmente não se dizem :P, mas ultimamente ele merece; só ele para aturar o meu feitiozinho)
5. Ele tem um ar de mal disposto mas no fundo é um grande tímido:)
6. Eu sou agri-doce, mas o doce anda meio escondido
7. Gostamos de viver a vida e de saborear cada momento como se fosse o último :)

Quem passar e quiser levar este mimo, be our guest :)

Domingo, 21 de Agosto de 2011

...

«Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir. Os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejos a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, , entrar nas maiores peixeiradas, ,mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso, primeiro aceitar. É preciso aceitar esta mágoa, esta moínha, que nos despedaça o coração e que nos moí mesmo e que nos dá cabo do juízo.
É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução.
Dizem-nos para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos distrairmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera, acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos, amigos, livros e copos, pagam-se depois em conduídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.»

Miguel Esteves Cardoso, Último Volume